Como informeino último post, mudei o blog paa escrever sobre meus dias de viagem. o novo link é toporla.blogspot.com
Lá pelo menos consigo colocar fotos com mais facilidades.
Até!
Como informeino último post, mudei o blog paa escrever sobre meus dias de viagem. o novo link é toporla.blogspot.com
Lá pelo menos consigo colocar fotos com mais facilidades.
Até!
Para contornar essa coisa de carregar figuras no wordpress que não sei o motivo tá complicado, eu devo postar novos posts no toporla.blogspot.com
Este era o primeiro modelo que eu havia criado em 2009 para a minha primeira viagem, mas tinha preferido aqui. Devo voltar a postar por lá Pelo menos já fiz teste e consegui carregar imagem. Também devo tentar uma conta no Picasa para compartilhar outras fotos de viagem, mas vou mantendo a todos informados!
…Ou como ficr bêbado em provas de vinho.
O interessante desses passeios de ônibus é que se pode saltar em qualquer uma das paradas e depois pegar eles de novo para continuar a viagem. Foi assim que fizemos para o passeio de barco e no mesmo ponto, havia mais um passeio que estava incluído no pacote. Um passeio pelas Caves de Vinho, onde se poderia experimentar alguns deles.
O estranho: segundo as informações, era no mesmo ponto de ônibus, onde um especial iria pegar e levar até a cave específica e depois trazer de volta. Como não sabiamos direito como fazer e quanto tempo iria demorar, aproveitamos que o ônibus do passeio passou e perguntamos ao motorista. Tanto ele quanto um outro que seria funcionário, me informaram que esse passeio não tinha mais, que seria apenas na parte do verão. Ou seja, teriamos sido enganados pelo vendedor do passeio. Felizmente, eles indicaram uma outra cave, que era próxima de outro ponto de parada do passeio e que o nosso ingresso valia para lá. Ok. Vamos então para essa nova Cave.
Chegando lá, era apenas um tipo de vinho que poderiamos experimentar, com alguma pequena coisa para acompanhar. Preços altos pelos vinhos e mais nada. Nem uma explicação. Só um vídeo sem som passando numa TV no alto de uma parede. Inconformado, fiquei examinando o panfleto do primeiro passeio e vi que de fato tinha horários de visitação para os meses de Outubro em diante, no período do Inverno. Minha mãe estava indignada e não tava muito a fim de ficar andando, mas consultando o mapa, considerava que conseguiria achar essa cave.
Depois de mais de 20 minutos andando e uma longa ladeira acima, conseguimos achar a bendita cave. Um lugar muito mais aberto, o salão de visitação era amplo e tinha muitas mesas e moças atenciosas para receber os convidados. Muito diferente. Para quem quiser saber, era o Cave da Graham’s. Um dos principais produtores de vinho do Porto (os legítimos) e era naquele local onde se ficava os tonéis para conservação e maturação dos vinhos.
Uma moça veio nos receber e pediu que aguardassemos em uma mesa e enquanto a visitação não começava, poderiamos desfrutar de uma pequena taça de vinho branco gelado. Realmente saboroso, apesar de não gostar muito de vinho branco. Logo uma outra moça veio nos cumprimentar e nos levar para conhecer o salão dos vinhos. Antes, um curto vídeo mostrando aquelas típicas cenas de homens pisando em uvas dentro de tonéis, as máquinas mais modernas de preparo do vinho, o transporte como era antigamente e como é hoje entre outras peculiaridades.
Após o vídeo, fomos ver mais de perto os imensos tonéis e os inúmeros barris onde vinho de porto de diversos tipos maturava e aguardava o momento de ser engarrafado e transportado para diversos lugares. Um corredor estreito nos levava até o setor de vinhos vintage, aqueles envelhecidos em garrafa e que só tinha em anos especiais. Paramos em uma alcova onde tinham várias garrafas do ano de 1977… realmente um ano muito especial. hehehehe. Além disso, existia uma garrafa de 1864 lá. O mais engraçado era que pelo que a moça falou, se abrissem aquela garrafa, podia ter a chance até do vinho estar estragado. Mas não por ter passado tempo demais, mas já ter começado a maturação estragado. Acho que vinhos antigos são piores que loteria ou aões na bolsa.
Encerramos a visita com mais uma rodada de degustação. Dessa vez eram 3 tipos de vinho. Todos escuros, mas com colorações diferentes. Todos com 20% de teor alcoolico! Isso porque em um dado momento da maturação, tacam aguardente com quase 50% de alcool no meio e no final fica apenas 20%. Como minha mãe não quis tomar muito e só bebeu umpouco do primeiro tipo, coube a mim a “dificílima” tarefa de terminar com todas as doses das taças restantes. Restou caminharmos de volta até o ponto de ônibus, pelo menos tinha uma alta parede para me apoiar caso precisasse. Mas pelo menos no final, visitamos 2 caves, experimentamos 5 tipos de vinho e isso tudo no mesmo pacote e sem saber que podia fazer isso. Preciso ficar mais atento às entrelinhas desses passeios.
Infelizmente, como esse é primeiro país, não seria muito sábio comprar garrafas de vinho do Porto para continuar a viagem, mas perguntando na Cave, descobri que, apesar de não haver uma exportação direta para o Brasil, esses vinhos da Graham são vendidos quase todos nos aeroportos. E como na volta ao Brasil teremos conexão em Lisboa… acho que levarei umas.
Próxima parada… Paris! Cidade da Luz, do Croissant e do biquinho!
…ou como realmente gostei de Porto.
Novamente, falta de tempo e muita coisa para ver nos forçou a fazer o típico passeio programado nos ônibus de 2 andares. O bom é que este realmente valeu a pena. Faz um percurso de quase 2 horas, passando por muitas ruas estreitas, ladeiras e prédios históricos. Dessa vez resolvi pegar o fone (que era incluso, o que me faz pensar que em Lisboa não peguei de besta) e fui acompanhando um pouco da história da cidade. História bem antiga, por sinal. Já existia como uma cidade romana desde o século 2 antes de Cristo e era chamada de Portucale!
Muitas estátuas de D. Pedro IV surgem nas cidades portuguesas. Ele foi um dos que libertou as cidades dos opressores, principalmente dos franceses. Outro ponto interessante da cidade é justamente a praia. Uma longa extensão e pelo mapa, fica na mesma latitude de Nova Iorque! O vento estava bem forte e prenunciava o frio que as previsões informavam que chegaria. Ao final da praia, a foz do rio Douro. Um dos principais de Portugal. Já expliquei as peculiaridades do rio no post mais lá pra trás.
Uma parte do passeio incluia uma viagem de barco pelo rio Douro, conhecendo praticamente todas as pontes que ficam pela cidade e tem-se uma melhor idéia da altura dessas pontes. E de como o rio é largo. Não seria exatamente um rio navegável para grandes embarcações, mas as menores conseguiam ir rio acima ou abaixo levando mercadorias. Realmente um passeio interessante. Sem guias, mas vale a pena pelo menos uma vez.
…ou Gatos no telhado.
Um post rápido.
Quando voltei de minha estadia na sala de descanso do albergue (com um pessoal assistindo 127 horas), minha mãe disse que havia ido rapidamente ao banheiro e voltado para o quarto que estava com a porta aberta (só tinhamos uma chave que estava comigo). Ela contou que se assustou pelo fato de ter ouvido um barulho vindo da janela, que deixamos aberta para ventilar e secar algumas peças de roupa e toalhas. Ao se aproximar, ela viu dos olhos brilhando na ombreira da janela. Sim. Um gato que estava andando pelos telhados dos prédios quase da mesma altura e viu uma janela aberta e resolveu investigar.
Como não sabiamos se era um gato selvagem, vira-lata ou adestrado, resolvemos dormir de janelas fechadas e o ventilador ligado para não ficar muito abafado.
…ou como aprendemos a lidar com ladeiras.
Como todos os dias em que estivemos por aqui, acordamos cedo e já de malas prontas fomos até o terminal de autocarros, o mesmo onde pegamos para Fátima na segunda. Felizmente tinha vagas para o autocarro seguinte. Foram pouco mais de 3 horas para chegar até Porto (considerando a rápida parada em Fátima) e já de cara vimos que é uma cidade bem diferente de LIsboa.
Lisboa você consegue perceber que ela tem bastante tempo,prédios antigos, mas fica parecendo uma cidade que não se atualizou muito no centro, mais nas periferias, ou até mesmo deixou de lado a conservação dos prédios. Porto é diferente. De cara você vê que ela é antiga, que os prédios tem décadas ou até séculos de idade e que tudo se adaptou à sua volta. Posso dizer que me simpatizei mais com Porto que Lisboa.
Para começar, a cidade é cortada pelo rio douro. Ao contrário de Lisboa onde o Tejo está lá e a cidadefica na maioria praticamente no mesmo nível, o Douro parece ter escavado um imenso platô e a cidade foi sendo construída no platô e nas encostas, descendo até o rio. Várias pontes cruzam o Douro, ligando os dois lados e todas elas são pontes altas. A primeira coisa que pensei quando vi uma das pontes foi “Bungee Jump!!!”
Encontramos um pequeno problema ao chegar. Aparentemente a viação de autocarros não era no lugar onde estava indicado na internet e as indicações que eu tinha para chegar ao albergue era a partir daí. Portanto, tivemos que nos reorientar e tentar nos achar. Incrível o fato que o nome da praça onde fica o albergue era pouco conhecido e levamos um bom tempo para pegar dicas até chegarmos cada vez mais perto do destino. Felizmente como não era muito longe os pontos de referência, conseguimos achar nosso caminho.
Uma coisa impressionante é a quantidade de ladeiras que encontramos por estes lados. Lisboa tem várias subidas, mas são poucas e concentradas. Aqui no Porto é pra tudo quanto é lugar! Não basta estar na encosta, tem que ter vales também. Quando se está passeando, nem se sente muito, mas quando se chega na cidade, com malas, aí complica.
Tiramos o resto do dia, após o farto almoço regado a azeite (dessa vez sem bacalhau, por favor.), para passear pelas redondezas. Passamos pela estação de São Bento para garantir nossas passagens até Paris, nossa próxima parada, e continuar por ali. Já conseguimos umas dicas de passeio para esta quinta e umas possibilidades de visitar casas de vinho tradicional portugues (vulgo, vinho do Porto). Vamos ver no que vai dar. Pelo menos consegui colocar praticamente em dia meu blog.
…ou eu contra a claridade.
Para gastar bem o bacalhau comido no almoço, nada como uma boa caminhada! No caso só foi até a estação do elétrico no Cais do Sodré. 10 minutinhos só. E de descida. Pegamos o que seria o bondinho, no caso apenas um carro elétrico, com o maquinista acelerando e freando o carro por um trilho. A viagem durou um pouco mais de 20 minutos até a estação de Belém. De lá, tivemos que andar mais uns dez minutos até chegar ao Padrão do Descobrimento.
Eu sei que o monumento foi construído para homenagear os descobridores portugueses e tudo o mais, mas para apreciar melhor o monumento, só se estivesse em um barco, pois é construído justamente na beirada do rio qu não se dá para ter uma visão de frente. Por dentro, tem um elevador que nos leva até mais um miradouro, com uma vasta visão do rio Tejo, e da parte da cidade que fica mais ao oeste, em direção a Cascais. Existe um monastério perto e até uma fábrica dos legitimos pasteis de Belém (não obrigado, ficamos com os não legitimos que são 95% iguais aos originais e vendidos em qualquer lugar de Lisboa). Do miradour também é possivel ver um estádio de futebol e até uma outra ponte, que seria mais recente, e que lembra muito com a ponte Golden Gate de São Francisco.
Onde é que eu estou mesmo??
Mas enfim. Do alto, se tem uma visão do pátio em frente ao padrão, onde existe uma rosa dos ventos com o mapa mundi que só se consegue visualizar em sua totalidade do alto mesmo. Uma visão agradável. A oeste do Padrão, encontra-se a Torre de Belém, terminada em 1520 para servir de defesa do rio Tejo. Infelizmente, como chegamos tarde, os portões já estavam fechados, mas sem problema. A estrutura em si é pequena e nao devia ter muita coisa para se ver lá dentro (desculpas de derrotista).
Uma coisa que me irritou profundamente é que o tempo todo em Lisboa existia uma claridade enorme. Mesmo com os óculos escuros, estava difícil olhar para certas direções e mais difícil ainda era tirar fotos. Como não sou nenhum profissional, mesmo com um equipamento bom fica difícil tirar uma foto muito boa. Acho que só depois que vou descobrir se as fotos serviram mesmo ou não.
Pelo menos não se pode reclamar muito do tempo, afinal todos os dias está um lindo e limpo céu azul com pouco vento. Quarta.. Porto!
…ou como não aguento mais bacalhau!
Resolvemos fazer o passeio de típico turista. Antes a intenção era ir até Cascais, pegando o comboio até o final, mas decidimos ficar pela cidade mesmo. Assim conseguiriamos ver mais da cidade num tempo razoável. E nada melhor que ver muitos lugares em pouco tempo do que pegar esses ônibus de 2 andares que giram pela cidade. No caso pegamos o mais longo, que não passaria pelo Padrão dos Descobrimentos, justamente pelo fato de irmos para lá mais tarde.
Fomos no segundo andar, pegando vento direto do mar e passeando inicialmente pelos cais de Lisboa. O interessante é que mais para dentro do rio Tejo, tem uma ponte praticamente gêmea da ponte Rio-Niteroi! Com seus vários pilares e um vão central mais alto para passar os barcos. Praticamente em casa!
A viagem dura quase 2 horas e como não quisemos gastar euros a mais para pegar os fones para escutar de tempos em tempos explicações, só ficamos apreciando mesmo a paisagem. Os pés agradecem. Aliás, algo a se notar. Lisboa tem muitas ladeiras. Fica-se com a impresssão de ter sido construída em morros e por isso várias subidas e descidas para alegrar todos os gostos.
Quase saindo do Baixa-Chiado pelo Leste, tem um elevador no meio de uma descida de escadarias. O elevador de Santa Justa que existe desde o começo do século 20 e serve a princípio para se chegar até a parte alta, evitando ladeiras. Lógico que o comércio aproveitou e construiu um mirante (ops… miradouro) e um restaurante no final da ponte que leva até a parte alta. Preferimos mesmo ver o miradouro. Uma longa escada em espiral para testar qualquer labirintite termina numa plataforma nem muito grande, mas de onde se consegue ver muito da cidade. Não toda a Lisboa, pois tem uns morros no caminho, mas pelo menos alguns dos principais bairros, como Baixa-Chiado, Alto e Alfama.
Mas na descida, após passar pela ponte e dar a volta, fomos experimentar a fundo a culinária portuguesa. Lembram daquele prato de bacalhau que comemos na primeira noite? É mero aperitivo perto do prato que comemos no almoço desta quarta. Minha mãe pediu um Bacalhau na Grelha e eu pedi um Bacalhau cozido com Todos (o “com Todos” faz parte do nome, significando batatas cozidas e ovo cozido). O problema foi quando chegou o prato. Não era uma pequena fatia e sim uma imensa posta de bacalhau, em ambos os pratos além de uma batata cozida quase duas vezes meu punho fechado! No meu caso, ainda veio dois pedaços imensos de brócolis, 1 cenoura quase que inteira e acredito que tunha uns 5 ou 6 dentes de alho amassados e picotados em cima do bacalhau. No caso da minha mãe, veio uma salada que nem eu consegui dividir e o bacalhau ainda vinha nadando em uma camada de azeite do porto…. realmente muito bom os pratos, mas foi tanto bacalhau que acho que no natal vou ficar só com o chester mesmo.
A moça que servia a gente era brasileira do Paraná e foi bem atenciosa conosco e no final até passamos na padaria que tem na frente e compramos uma caixa com 6 pasteis de nata. Tinham outros doces, mas acho que a minha diabetes que nem tenho ainda não gostou muito da idéia.
Só para compensar os poucos posts, coloco aqui mais alguns termos e expressões que tem aqui:
Escada elétrica – Escada Rolante (curiosidade: a estação de metro de Baixa Chiado, acessando pelo Largo do Chiado, tem 4 escadas elétricas até chegar no nível das bilheterias e ainda tem mais um nível para baixo para as plataformas. Acho que isso se deve ao fato que a estação fica no alto de uma colina, isso por ser “Baixo”)
Paragem – Parada
Pastel de Nata – Pastel de Belém
Dose de comida – porção de comida
Telemóvel – esse nem precisa dizer o que é de tão óbvio
Ao pé da janela – também meio óbvio, mas dizemos perto da janela ou do lado da janela ou até à janela
Miradouro – Mirante
Houve uma quebra na água – Faltou água (?!)
Só para dar uma satisfação, por algum motivo o upload de fotos no wordpress está uma mercadoria (para não falar outra coisa). Ele tenta carregar as fotos, mas trava e muitas vezes levo 40 minutos e vários reloads para conseguir colocar uma foto. Não sei se é problema do site, da conexão ou outro desconhecido. Tem várias fotos quegostaria de colocar aqui, mas está complicado. Por enquanto não estou tendo tempo de procurar uma outra solução, talvez fazer upload em outro site e colocar o link aqui, mas vou testando. Até lá, vou dar preferência em escrever sobre os acontecimentos e tentar descrever os lugares.
Peço compreensão a todos. Se não quiserem, que venham até aqui e conversamos. hehehehe